terça-feira, 8 de outubro de 2013

Como lidar com familiares ou amigos que trabalham na empresa

É muito comum que o empreendedor empregue parentes e amigos em sua empresa já que há vantagens em trabalhar com pessoas que, além de confiáveis, dificilmente geram problemas trabalhistas. Os problemas, entretanto, acontecem quando o excesso de intimidade começa a afetar o bom andamento do dia a dia.
Algumas dessas pessoas podem dar maus exemplos ao chegarem atrasadas, trabalharem pouco ou abusarem do poder. Seguem cinco dicas para trabalhar melhor com parentes e amigos.
1. Estipule regras claras
Todos os funcionários devem ter horários bem definidos e atribuições claras, independente do parentesco. Se sua esposa ou filhos não podem trabalhar o dia todo, estabeleça um horário fixo com meio expediente, assim como cargos específicos. Se um amigo é o responsável pela área comercial, não poderá interferir, sem sua a sua aprovação, no setor de compras, por exemplo.

2. Valorize o mérito
A melhor forma de estimular qualquer profissional a crescer e se superar é premiar os melhores. Dê aumentos de salários, folgas extras, treinamentos especiais ou um cargo de chefia aos mais competentes e dedicados. Muitas vezes, os parentes reclamam desse critério, mas, se ele for justo todos, inclusive eles, se esforçarão mais.

3. Não misture trabalho com lazer
O ideal é que, encerrado o expediente, não se discuta sobre a empresa à noite ou nos finais de semana. Usar as horas de descanso para falar de trabalho, além de cansativo, desgasta e tende a piorar a relação entre você e seus familiares.

4. Afaste os incompetentes
Não tolere pessoas tecnicamente desqualificadas ou com atitudes ruins em sua empresa, independente da amizade ou parentesco. Manter pessoas incompetentes, além de produzir resultados ruins, destrói a autoridade moral de qualquer gestor. 

5. Invista em treinamentos
O melhor investimento que se pode fazer, principalmente nas pessoas que amamos, é aquele em que os recursos são aplicados em educação e treinamento. Pessoas bem qualificadas costumam retornar, muitas vezes, mais o valor gasto em treinamentos. 

Fonte: Revista Exame, por Eduardo Ferraz

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Conheça os sete profissionais mais desejados pelas empresas

Ser estratégico, trazer resultado imediato, ter um ótimo networking e total domínio do cargo. Esse é o perfil do profissional que a maioria das empresas está à procura no mercado. De acordo com levantamento realizado em agosto deste ano pela Page Personnel, uma empresa de recrutamento especializado em profissionais técnicos e de suporte à gestão, há hoje sete cargos que estão entre os mais desejados pelos departamentos de RH das empresas.

“As companhias sonham com esse tipo de profissional porque hoje ele está em falta. É o tipo de pessoa que as empresas precisam para chegar e trazer resultado imediato, cuidar diretamente do dia a dia dos negócios, não ficar muito tempo em treinamento, enfim, aquele executivo que põe a engrenagem pra funcionar”, explica Roberto Picino, diretor da Page Personnel.

Conheça abaixo os sete cargos mais desejados pelas empresas:

1) Cargo: Executivo de Vendas Hunter Sênior

- Habilidades comportamentais e específicas: profissional que conheça muito bem o produto e segmento de atuação. Esse executivo precisa ter uma boa relação com as empresas para gerar bons negócios às companhias onde ele estiver atuando.

- Salário médio: R$ 7.000,00 + remuneração variável

- Domínio de idiomas: depende da necessidade da empresa que está contratando.
- Formação e cursos de especialização requisitados: em vendas técnicas, onde produtos ou serviços mais complexos e consultivos são comercializados, pede-se formação técnica correlacionada com o segmento de atuação. Exemplo: venda de equipamentos e maquinas - formação em engenharia de produção ou automação / venda de insumos químicos para a indústria de alimentos - formação em engenharia química. Em mercados menos técnicos, como serviços corporativos e internet, o curso de formação é aberto. Na maioria das vezes não se pede MBA - isso costuma ocorrer com posições mais gerenciais em vendas.

- Plano de carreira: algumas vezes a empresa quer um profissional com potencial para crescer como gestor na empresa, atuando em cargos de gerência ou direção. Outras empresas buscam um profissional para crescer sempre em vendas (carreira em Y), sem equipe, acumular conhecimento e gerar mais negócios.

2) Cargo: Analista de Pricing (mercado de Bens de Consumo)

Habilidades específicas: espera-se que esse profissional seja muito analítico, tenha ótima familiaridade com números e saiba fazer modelos econômicos que demonstrem melhor rentabilidade de produtos no mercado de bens de consumo, boa margem na venda para varejistas e controle de preço na ponta (ponto de vendas).

Ele deve saber precificar produtos não apenas com as ferramentas de apoio (como softwares que as empresas compram), mas manualmente, por meio de ferramentas como Access e Excel.
Habilidades comportamentais: esse profissional deve ser proativo, não esperar demandas. Em muitos momentos os gestores desse profissional não são familiarizados com precificação. Ter traquejo e negociação são competências bem valorizadas. É uma área de muita exposição - esse profissional tem de responder a diretores e outros gestores, além de conversar com outras áreas para definir estratégias e atividades.

Salário médio: R$ 5.500,00

Domínio de idiomas: Algumas multinacionais exigem inglês, mas não é obrigatório.

Formação e cursos de especialização requisitados: Graduação em Economia, Administração, Engenharia, Estatística. Pós-graduação é um diferencial.

Plano de carreira: Esse profissional pode ocupar um cargo de gerente de Revenue Management, coordenador / gerente de Pricing, supervisor Administrativo de Vendas.

3) Cargo: Analista de Custos

Habilidades específicas: espera-se para essa posição um profissional experiente e analítico, com conhecimentos em diversos formatos de apuração de Custos.

Habilidade comportamentais: esse profissional deve ser proativo, não esperar demandas de seus gestores e ter bom relacionamento interpessoal.

Salário médio: R$ 5.000,00

Domínio de idiomas: algumas multinacionais exigem inglês, que é cada vez mais importante para profissionais de nível sênior.

Formação e cursos de especialização requisitados: graduação em Economia, Administração, Engenharia, Ciências Contábeis. Pós-graduação é um diferencial.

Plano de carreira: esse profissional pode ocupar um cargo de gerente de Custos ou seguir sua carreia nas áreas de Contabilidade e Controladoria.

4) Cargo: coordenador de Universidade Corporativa

Habilidades específicas: espera-se para essa posição um profissional com sólida experiência em treinamento, conhecimento das ferramentas de avaliação de desempenho e ter visão de negócios.

Habilidades comportamentais: ser proativo, ter visão estratégica e ser analítico para desenhar os processos e fluxos do programa. É imprescindível que esse profissional coloque a “mão na massa”, pois muitas vezes será responsável por aplicar todo o processo. Deve ter bom relacionamento interpessoal e saber transitar em diferentes áreas e perfis.

Salário médio: R$ 7.000,00

Domínio de quais idiomas: algumas multinacionais exigem inglês.

Formação e cursos de especialização requisitados: graduado em Psicologia, Administração de Empresas, Recursos Humanos. Pós-graduação é um diferencial.

Plano de carreira: esse profissional pode ocupar um cargo de gerência em Treinamento ou seguir para área de DHO.

5) Cargo: Especialista de Projetos

Habilidades específicas: o profissional de projetos tem que ser alguém acostumado a multitarefas. Ele terá que ter habilidade para lidar com prazos, números, pessoas, cálculos técnicos, processos, metodologia, qualidade, entre outras coisas que um projeto exige.

O profissional ideal tem formação em Engenharia, muitas vezes com passagem por alguma consultoria. Domina ferramentas como MSproject e Excel. Um grande diferencial é dominar a metodologia PMI, preferencialmente com certificação PMP.

Habilidades comportamentais: é um profissional muito dinâmico, acostumado a trabalhar por muitas horas para entregar algum projeto com prazo apertado. Em algumas ocasiões exige-se que esse profissional seja centralizador e controlador para garantir o cumprimento de KPI's definidos. Uma ótima comunicação fará a diferença na hora de conseguir o apoio de todos os envolvidos no projeto. Analítico e detalhista, ele dominará ferramentas para que tudo esteja sob controle.

Salário médio: R$ 7.500,00

Domínio de idiomas: algumas multinacionais exigem inglês, mas não é mandatório.
Formação e cursos de especialização requisitados: graduação em Engenharia na maioria dos casos, com uma pós em gestão de projetos. Certificação pelo PMP (PMI, PMO) será um grande diferencial.

Plano de carreira: O caminho é vasto. Ele pode se tornar um gerente de Projetos, mas pode ser alocado em outras áreas da empresa, pois terá domínio de diversas competências, podendo assumir bons cargos de direção.

6) Cargo: Analista sênior / Especialista de Supply Chain

Habilidades comportamentais e específicas: perfil estratégico e proativo. Habilidade em integrar, analisar, planejar e viabilizar soluções e melhorias integradas na cadeia. Conhecimento e passagem por pelo menos três áreas que compõem a gerência de Supply Chain.

Salário médio: R$ 7.000,00

Domínio de idiomas: Inglês fluente

Formação e cursos de especialização requisitados: graduado em Administração, Engenharia ou áreas correlatas. Pede-se MBA ou cursos específicos nas áreas de Logística / Suplpy Chain.

Plano de carreira: esse profissional pode ocupar a gerência de Suplpy Chain ou de alguma área vinculada como Compras, Logística e Planning.

7) Cargo: Arquiteto de Sistemas

Habilidades específicas: espera-se para esta posição um profissional com sólida experiência em Arquitetura de Sistemas. Em paralelo, que conheça muito bem lógica de programação, banco de dados/modelagem, metodologias e capacidade de gerir projetos.

Habilidades comportamentais: é importante que o profissional tenha um bom relacionamento interpessoal, que consiga transitar entre diferentes perfis de profissionais. Boa comunicação também é importante. Proatividade para conseguir trazer novas soluções, melhorias e antecipar qualquer tipo de problema.

Salário médio: R$ 7.500,00

Domínio de idiomas: importante ter inglês fluente para alguns projetos internacionais e contato com a matriz de multinacionais.

Formação e cursos de especialização requisitados: graduado em faculdades de primeira linha no segmento de Tecnologia da Informação. Pós-graduação é um diferencial e, principalmente, cursos e certificações na área.

Plano de carreira: Esse profissional pode ocupar um cargo de Especialista ou de gerente de Projetos, tendo um viés mais técnico ou gerencial dentro da empresa.

Fonte: Canal Executivo

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Como desenvolver os talentos da sua empresa

Muito se fala sobre satisfação do cliente, o que ele precisa e práticas adotadas para atendê-lo melhor. Convém lembrar que tudo isso perde o sentido se essa cultura não estiver no DNA das pessoas que estarão em contato com os clientes no dia a dia. Mais que desenvolver práticas e ferramentas, é importante identificar essas pessoas e aí sim dar a elas a estrutura necessária para desenvolver este talento de forma que ele possa fazer a diferença.

Sim, talento. Como em outras áreas, também o contato com o cliente exige talento, exige que o profissional tenha em seu DNA o foco no cliente e o desejo de atendê-lo bem. Este DNA, nas companhias que levam o tema a sério, deve ser identificado já no processo de seleção. Técnicas de entrevista permitem identificar o profissional atento, detalhista, que tem a atitude de servir e ser agente de mudança. Isso é importante porque é possível treinar o profissional, mas não se consegue mudar sua atitude.

Uma vez identificado o profissional que traz dentro dele a preocupação com o cliente, aí é hora de desenvolver este talento com treinamento e apresentar os recursos que irão ajudá-lo a ser bem sucedido na tarefa de cuidar de seus clientes. A primeira etapa é uma completa imersão na empresa, seu negócio e seus produtos. É aqui que o profissional perceberá que, como ele, também a empresa se preocupa com o cliente, e será construído o alinhamento e a identificação da motivação de servir bem os clientes.

A etapa seguinte é prover a este profissional todas as ferramentas necessárias para que seu trabalho faça a diferença. A preocupação e o foco por si só não bastam, se não for possível escalar quando houver problemas, suporte quando for preciso ajuda e acompanhamento da solução de qualquer problema. Na Microsoft, por exemplo, contamos com uma ferramenta passível de ser acessada por qualquer funcionário, que pode lançar ali o pedido do cliente, ou um questionamento relacionado a processos. Uma vez lançada, a demanda será acolhida por uma equipe de especialistas que fara o seguimento e informara todos os passos até a solução. Temos também outras ferramentas preventivas que nos permite identificar possíveis problemas e como mitigá-los.

As relações pessoais também são levadas em consideração. Quando um amigo ou parente sabe que você trabalha em uma empresa, e ele tem uma demanda, não é raro que esta chegue até você, mesmo que não diga respeito à sua área de atuação. Mais uma vez, a empresa focada no cliente encontra soluções, como a distribuição de vouchers para suporte técnico a todos os funcionários, que podem encaminhar este voucher a um amigo ou parente, dando a ele acesso a um serviço gratuito de suporte de primeiro nível que o auxiliará. 

Outra ferramenta com a qual contamos aqui é um painel de controle, através do qual acompanhamos métricas de crescimento de suporte técnico e visibilidade em redes sociais de cada um de nossos produtos. A ferramenta em si é simples, mas o diferencial está no fato de ela poder ser acessada por todos os funcionários da Microsoft e viabilizar o trabalho preventivo e de comunicação. Isso significa que qualquer um de nós pode ter acesso aos problemas técnicos mais comuns, e suas respectivas soluções, de qualquer um de nossos produtos.

Em todas as etapas é muito importante o trabalho integrado com a área de Recursos Humanos para garantir a aderência deste novo talento ou até um talento já existente a cultura da empresa.

Na prática, isso significa dar ao que é um talento natural – o foco e a preocupação com o cliente – todo o suporte e as ferramentas necessárias para que ele se transforme em ação, em diferencial para a companhia e, principalmente, para o cliente. 

Este cuidado foi um dos fatores que deu à Microsoft o prêmio “Destaque Setorial do ranking Exame/IBRC de Atendimento ao Cliente 2013”. Na prática, a companhia foi reconhecida como a 1ª entre todas as empresas do setor de tecnologia a figurar entre as 100 finalistas do ranking organizado pelo IBRC (Instituto Ibero-Americano de Relacionamento com o Cliente).


Fonte: Consumidor Moderno

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O que você precisa fazer para começar bem o dia de trabalho

O jeito como você inicia o expediente pode determinar o sucesso (ou não) do seu dia de trabalho, veja 7 ações para garantir um dia de trabalho melhor.

Se a primeira impressão é a que fica, a maneira como você inicia um novo dia de trabalho pode dar o tom de todo o resto do expediente. Basta uma irritação aqui por causa do trânsito e um erro ali ao delimitar as prioridades para que as horas seguintes fiquem prejudicadas.

Mas é possível tomar algumas medidas logo no início do expediente para garantir equilíbrio e produtividade até o minuto final. Confira quais são os 7 passos fundamentais para ter um excelente dia de trabalho. 

1 Tome café da manhã

Um excelente expediente começa muito antes de você sair da sua casa. Rejeitar a “soneca” do celular, tomar a decisão de acordar disposto e de se arrumar são atitudes fundamentais para chegar bem ao ambiente de trabalho.

Na lista de tarefas fundamentais para fazer antes de sair de casa (ou enquanto ruma para o escritório) está tomar café da manhã. Sim, isso mesmo. Pular esta refeição pode ter efeitos nefastos para seu humor, concentração e produtividade, afirma o doutor Artur Zular, diretor científico do Instituto Qualidade de Vida. 

“Se não, a pessoa vai trabalhar com hipoglicemia. As funções cognitivas ficarão prejudicadas. Pessoa com fome fica irritada, com dor de estômago ou de cabeça. Ele senta na mesa já ‘estragado’”, descreve o médico. 

Deixar para comer no trabalho também não é a melhor opção, diz o especialista. “Com essa tal “Lei de Murphy”, ele pode não conseguir comer. E a pessoa passa a se portar como vítima, quando, na verdade, faltou planejamento”, afirma. 

2 Chegue no horário (ou antes)

Pode parecer óbvio, mas muita gente se esquece desta premissa básica para o dia de trabalho. Quem chega atrasado, já chega “inadimplente”, brinca o doutor Zular. “O atraso gera uma condição psicológica desfavorável, você acaba se focando em questões não ligadas à carreira porque você está preocupado em se justificar”, diz Fernando Colella, da consultoria Café com Coaching.

Bem sabemos que imprevistos acontecem (é o trânsito que empaca, o ônibus que não passa ou o carro que não pega), mas é essencial se antecipar a cada um deles. Como? “Planeje chegar 15 minutos antes, aí você não precisará justificar nada, nem inventar”, afirma Zular. 
“Investe-se milhões em ações para melhorar o clima organizacional, mas quem realmente muda isso são os próprios colaboradores no dia a dia”, diz Zular. E isso começa desde cedo – com o real desejo de que o outro tenha um bom dia, afirma o pesquisador. E não se esqueça de sorrir neste percurso: “Cem músculos são mobilizados em um sorriso. O cérebro interpreta a mímica facial positivamente e o dia passa a ser diferente”, afirma o médico. 

4 Beba água

Enquanto o computador é ligado, aproveite para encher uma jarra de água e cuidar das suas questões fisiológicas. “A desidratação diminui a capacidade de trabalho, afeta o raciocínio, a crítica e a memória”, diz o médico. O ideal é sempre ter uma garrafa ou um copo à mão para ir se hidratando ao longo do dia. “Quanto você sente sede, já está com 5% de desidratação”, afirma Zular.

5 Deixe a mesa organizada

Mais um hábito para adicionar à rotina: agora, antes de deixar o escritório, deixe sua mesa em ordem. Isso fará toda a diferença no dia seguinte, dizem os especialistas. “Mesa desorganizada é um estressor”, diz André Caldeira, da Propósito.

6 Faça uma lista de tarefas 

Chegou a hora de planejar seu dia. “Antes da ação, o primeiro passo é a organização”, afirma Colella. Para isso, comece listando o que ficou pendente do dia anterior. Depois, elenque as atividades urgentes e importantes, e por aí vai. 

A dica é definir quais são as prioridades e estimar o tempo de execução para cada uma delas. “Você tem que começar por aquilo que tem que ser feito, não pelo que é mais gostoso”, diz Colella. 

Mas não se esqueça de dar espaço para o imponderável. “Nosso planejamento deve ser flexível. Você precisa ter em mente que alguém pode interromper você. Então, é preciso ter esta margem de segurança de tempo na agenda”, afirma Alexandre Barbosa, autor do livro “Construa seus sonhos” (Editora Thomas Nelson). 

7 Aproveite o período em que você está mais focado

E o mais importante: não demore muito para “dar a partida” de fato no expediente. Muita gente chega no trabalho, mas leva um bom tempo para começar a trabalhar de verdade. No lugar de já focar na ação, há quem perca tempo atualizando status nas redes sociais, checando a vida alheia na internet ou, simplesmente, batendo um extenso papo no café. 

“Com isso, elas perdem o período que tem mais foco. Depois das 10h, por exemplo, todo mundo já chegou e as chances de dispersar são maiores”, diz Barbosa. Captou? Então, boa sorte no dia de hoje. 

Fonte: Revista Exame

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Estudo mede os efeitos das chefias sobre os profissionais

Funcionários no Brasil indicam que seus supervisores diretos têm grande influência na satisfação e participação no trabalho, de acordo com o Kelly Global Workforce Index (KGWI). A pesquisa revelou que 59% dos respondentes brasileiros acreditam que o gerente ou supervisor direto afetam substancialmente a satisfação ou participação no trabalho.

Os mais recentes resultados do Kelly Global Workforce Index (KGWI) também mostram que um pouco mais da metade (55%) dos respondentes no Brasil que mudaram de emprego no ano passado estão contentes nas suas novas funções.
A pesquisa analisou as respostas de mais de 120.000 respondentes em 31 países, incluindo o Brasil.

Sergio Gomez, vice-presidente de Operações na América Latina da Kelly Services, disse que os gerentes e supervisores diretos têm um papel importante na influência da satisfação e retenção do trabalho, mas muitos não entendem os avisos.

"A pesquisa revela que às vezes os funcionários não deixam a empresa e sim os gerentes. O que os funcionários estão dizendo é que eles querem que os gerentes sejam mais abertos e expliquem melhor sua responsabilidades e expectativas", diz Gomez.

Quando perguntados sobre o que seus gerentes e supervisores diretos poderiam fazer melhor (além do salário/benefícios ou promoções), os funcionários citaram de forma mais frequente a necessidade de mais oportunidades de treinamento (56%); responsabilidades, metas e objetivos mais claros (44%); e comunicações mais transparentes (42%).

O resultado da pesquisa no Brasil também mostrou que:

Quase metade (48%) dos trabalhadores se dedicam totalmente aos seus empregadores atuais.

O "trabalho mais interessante ou desafiador" é identificado como o principal fator que faz com que os funcionários se comprometam ou "participem" mais do trabalho.
Mais de dois terços (68%) dizem que buscam melhores oportunidades de trabalho ou analisam o mercado de trabalho externo, mesmo quando estão contentes com o trabalho.
40% dizem que recomendariam seus empregadores a um amigo ou colega como oportunidade de emprego, com oportunidade de crescimento/avanço pessoal sendo o fator mais influente.

Gomez disse que existe claramente uma parte substancial da força de trabalho não satisfeita com o trabalho e isto indica a necessidade de gerentes que tenham uma abordagem proativa para lidar com este descontentamento.

"Os gerentes que se concentrarem em melhorar a comunicação e em oferecer melhores oportunidades para desenvolvimento pessoal terão mais oportunidades de maximizar o investimento no pessoal e nas habilidades".

Fonte: Canal Executivo

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Como estimular a geração de grande ideias

Qual a diferença entre uma boa ideia e uma grande ideia? Segundo o premiado autor e colunista do Inc.com, Kevin Daum, as boas ideias vêm o tempo todo e ajudam as pessoas a resolver aqueles pequenos problemas no dia a dia, no trabalho e na vida.
Já as grandes ideias surgem com menos frequência e exigem um pouco mais de trabalho para serem executadas. Contudo, o grande desafio de gerá-las é livrar-se dos pensamentos convencionais que ocupam nossos cérebros na maior parte do tempo. Como? Em sua coluna, Kevin Daum lista sete dicas para ajudá-lo a abrir a mente e estimular a geração de ideias. 

  1. Faça sessões de observação- Grandes ideias não acontecem do nada.Você precisa estimular seu cérebro a pensar em coisas novas e criativas. O autor recomenda dedicar um momento específico para isso. No caso de Daum, que é de Nova York, seu método favorito é observar e se inspirar no comportamento das pessoas no seu dia a dia em Manhattan. Segundo ele, é possível fazer o mesmo em qualquer ambiente cheio de pessoas, como em grandes avenidas e até mesmo no shopping.
  2. Socialize com as pessoas fora do seu círculo - Andar sempre com os mesmos amigos e colegas de trabalho pode bloquear seus pensamentos. Aproveite suas conexões nas redes sociais e inicie conversas interessantes. "Pessoas fora do seu círculo de amizades não sabem todas as suas formas de pensar nem suas histórias antigas, então você vai ter que rever seus monólogos interiores", ensina Daum. As novas perspectivas estimulam novas ideias.
  3. Leia mais livros - Os livros são maravilhosos para criar novos pensamentos e estimular grandes ideias. Kevim Daum conta que por um longo tempo ele ficou sem ler muito. Quando incluiu livros de negócios em sua rotina, começou a aprender mais e a expandir sua maneira de pensar. "Mas há alguns anos, comecei novamente a ler ficção e romances. Essas histórias saem do meu escopo diário e são capazes de ativar meu "gerador de ideias"", completa. Mesmo que você não tenha tempo para ler um romance, vá a uma livraria e passe uma hora pesquisando por lá. Você vai encontrar muito estímulo, aconselha".
  4. Navegue aleatoriamente pela internet - Buscadores são ótimos quando você sabe o que procura, mas a melhor maneira de gerar novas ideias é pelo aprendizado inesperado. Tire uma hora por semana paa navegar aleatoriamente em um site de notícias. Tente buscar referências inusitadas para estimular ainda mais o seu cérebro.
  5. Crie um diário - Diários são ótimos para recordar pensamentos, sentimentos e a história da sua vida. Mas também são excelentes para estruturar e desenvolver novas ideias. "Se você não tem um diário, comece um hoje!" recomenda Daum. "Se você já tem, comece a adicionar a frase "essa é a minha nova ideia do dia" em seus relatos, acrescenta.
  6. Medite - É difícil ter novas ideias quando sua cabeça está cheia de preocupações. A meditação é capaz de ajudá-lo a clarear a mente em meio a rotina de trabalho e estresse, e, então, você poderá focar no seu futuro tranquilamente. "Comprometa-se a meditar duas horas por semana e você começará a ver novas ideias fluindo", acrescenta Daum.
  7. Faça exercícios para o cérebro - Simples exercícios estimulam seu cérebro a trabalhar de forma concentrada para gerar grandes ideias. "O meu favorito vem do autor e professor da Universidade de Baylor Dr. Blaine McCormick. Com um parceiro, tire 10 minutos (cronometrados) para chegar a 42 ideias sobre um tema ou problema específico. Você pode pensar só em 30 ou 35, mas não importa. Você verá que surgirá pelo menos duas ou três joias nesta lista", ensina. 
Segundo o colunista, todos esses métodos requerem um compromisso de tempo e energia, mas essa é a chave para grandes ideias. "Você precisa dar ao seu cérebro tempo e espaço para que ele trabalhe para você. Se você tentar cada um desses métodos, você verá surgir uma ou duas grandes ideias. Certifique-se de registrá-las", recomenda. Agora a execução é com você.


Fonte: Yahoo Finanças

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O que separa a persistência da insistência em empreendedores

Uma pequena diferença de postura pode fazer toda a diferença

Dentre as características necessárias a um empreendedor, uma das principais é a persistência. Nunca ouvi falar de alguém que empreendeu com sucesso sem ter mantido a perseverança mesmo quando tudo parecia perdido. Sem dúvidas, a capacidade de aguentar um pouco mais pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Porém, existe a possibilidade dessa persistência ser, na verdade, insistência. Na prática, a insistência não leva a lugar nenhum, apenas consome tempo e energia que poderiam ser direcionados para algo mais produtivo.

Por isso, entender as diferenças entre persistência e insistência é fundamental para quem quer empreender com sucesso.
Entre as semelhanças, a principal é o fato de que tanto a pessoa persistente quanto a insistente continuam tentando enquanto as outras pessoas desistem. Ambos os perfis são extremamente determinados a conseguirem o que querem.

Pelo lado das diferenças, o maior destaque está no COMO fazer uma nova tentativa. Basicamente, a pessoa insistente continua tentando sempre da mesma forma, esperando um resultado diferente. Enquanto isso, a pessoa persistente muda um pouco sua abordagem até que consiga chegar no resultado desejado.

Dentre os maiores exemplos de persistência, temos Thomas Edison, que no processo de inventar a lâmpada fez mais de 10 mil experimentos. Questionado sobre seu fracasso, ele respondeu “Eu não fracassei, apenas descobri 10 mil maneiras que não irão funcionar”. Repare que ele não tentou 10 mil vezes a mesma maneira, tentou 10 mil maneiras diferentes. Essa é a principal diferença entre a persistência e a insistência.

E você, quando encontra um obstáculo tenta superá-lo exatamente da mesma forma ou para e reflete sobre o motivo daquela falha, tentando novamente, porém com uma abordagem um pouco diferente?

Fonte: Exame, por Millor Machado