segunda-feira, 20 de maio de 2013

Prospect, o cliente renegado!

Prospectar clientes é um grande desafio para todos. Vendedor fraco prospecta e não fecha, vendedor bom, principalmente se já estiver ganhando bem, não prospecta porque pensa que não precisa, vendedor ansioso, quando prospecta e encontra uma grande oportunidade passa mais tempo torcendo para fechar o negócio dos sonhos ao invés de continuar prospectando. Na última semana do mês ninguém prospecta nada, todos só querem fechar negócios. Tem empresas que não permitem que prospects sejam cadastrados no sistema para não poluir a base. Tem sistemas que só aceitam que novos clientes sejam cadastrados pelo CNPJ, mas os vendedores dizem que não conseguem pegar o CNPJ de um cliente que é apenas prospect. Assim caminha a mal fadada prospecção de cliente.
Primeiramente, farei uma pergunta sempre recebida com um silêncio em minhas palestras:
Você sabe quantos clientes você ou sua equipe tem na lista de prospecção? (por favor, levante essa informação, faça uma lista dos seus prospects atuais... mas leia o artigo até o final).
Alguns vendedores sabem quantos ativos têm, mas exigir que saibam quantos clientes em prospecção, aí é demais.
O problema é que o próprio conceito precisa ser revisto. Prospect não é aquele cliente que você dá uma passada de vez em quando. Ter um cliente em prospecção na carteira significa:
  1. Visitá-lo com uma frequência determinada – não se engane, visitar de vez em quando um cliente não faz dele um prospect de verdade. Sabemos que para um cliente trocar de fornecedor é preciso que se sinta seguro com a decisão. É preciso ganhar confiança, por isso estar perto é fundamental.
  2. Identificar decisores primários e secundários – nem sempre quem decide a compra é quem assina o cheque ou faz o pedido. Dentro dos clientes há muitos influenciadores de compra que precisam ser identificados e mapeados. É preciso buscar interesse em alguém.
  3. Levantar concorrentes – conhecer o concorrente ou os concorrentes que atuam no seu prospect é muito importante. Com essa informação você pode traçar uma estratégia de entrada e identificar perfil de compra o que o cliente realmente valoriza. Dessa forma você poderá oferecer uma solução mais atraente.
  4. Tenha paciência – se prospectar fosse fácil todo mundo ficaria roubando clientes um do outro o tempo todo, mas não é isso que vemos no mercado. Em maior ou menor escala vemos um certo grau de fidelização ao fornecedor atual, seja por comodismo ou bom serviço mesmo. Por isso ter paciência é fundamental.
  5. Faça sua lista dos sonhos – coloque no papel, cinco ou dez clientes que você gostaria que se tornassem seus clientes. Clientes importantes na sua região, que seriam boas referências para o mercado. Digo isso porque prospectar cliente pequeno é mais fácil, e para os mais difíceis ou maiores vamos criando barreiras, que muitas vezes são mentais. E acabamos crescendo em clientes pequenos mas perdendo a oportunidade de vender para grandes ou importantes. Provavelmente eles não serão tão simpáticos nem receberão você tão bem ou prontamente. Mas são clientes que farão a diferença em sua vida e em suas vendas. Tenho observado essa prática em vários vendedores de sucesso. Quando você faz uma lista, de alguma forma se compromete mais com isso, traça uma meta. Por isso chamo de lista dos sonhos.
Outro ponto relevante diz respeito aos agendamentos de visitas. Em nossa consultoria já há algum tempo implantamos centrais de relacionamento com os clientes para facilitar a vida dos vendedores externos, agendando visitas, tentando falar com clientes, enfim, pavimentando os primeiros contatos. Os resultados têm sido significativos, com um aumento de produtividade e de ativação de clientes muito grande. Ainda não posso dar aqui um resultado conclusivo, pois isso seria leviano, mas o fato é que tanto vendedores como nossos clientes estão muito satisfeitos com isso. Sei que você pode questionar se essa não é uma função do vendedor, mas convido você para uma análise. Imagine que um vendedor está na rua e tenta agendar horário com um cliente e ele não pode atender no momento e pede para anotar o número do seu vendedor e ligar em seguida. Caso ele retorne enquanto seu vendedor está em outra visita o que vai acontecer? Outro ponto é que bons vendedores, como já citei acima, não gostam de ficar ligando para agendar horários, certou ou errado, eles dizem que tem mais o que fazer e que não tem tempo para isso. Então, foi preciso tomar uma decisão e optamos por assumir essa função com bons resultados.
 
Fonte: Revista VendaMais, por Marcelo Caetano.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Empresas latinas não têm tempo para inovar

São Paulo - Mesmo estando na lista de metas das principais empresas do mundo, inovar ainda é uma tarefa muito difícil para os latinoamericanos. Ao contrário de países como Estados Unidos e Coreia do Sul, que lideram os processos inovadores, por aqui esse movimento ainda funciona como uma respota às ameaças da economia tradicional. O motivo: falta tempo.

Essa foi uma das constatações da pesquisa Inovação na América Latina, feita pela Escolas de Negócios da América Latina pelo Crescimento Econômico Sustentável (Enlaces), uma parceria entre a Fundação Dom Cabral, em parceria com a Universidad de Los Andes, a Universidad de San Andrés e a Universidad de Chile.
Para a evolução dessa habilidade, a empresa precisa não só olhar a longo prazo como alimentar o conflito. Segundo Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação da Fundação Dom Cabral, inovação "exige diversidade e pressupõe tentativa, erro, aceitação dele e principalmente liberdade de rotina para a criação". E isso toma tempo.
"Quanto mais operacional o nível hierárquico, menor a capacidade de inovação, porque falta tempo", diz Arruda. A falta de um olhar de longo prazo afasta as empresas do ambiente ideal para o florescer da criatividade. "O tempo é sempre um fator crítico em função do foco constante no curto prazo."
Risco
O olhar para o futuro requer uma boa dose de ousadia e investimentos e esses também são pontos fracos das empresas latinas, avessas ao risco. Entre as 400 empresas pesquisadas,apenas 41,9% tem uma posição clara para a inovação no seu planejamento estratégico. 
Isso é o que mantem boa parte das corporações daqui fora das vanguardas de inovação. "Há um certo pragmatismo empresarial. Os gestores inovam para buscar melhores condições competitivas e não para inaugurar um novo mercado ou ampliar o setor em que atuam”, diz. “São processos incrementais que melhoram a posição da empresa, apenas.”
Apenas 55,4% das pesquisadas afirmam usar a diferenciação de seus produtos e serviços como estratégia para alcançar a liderança do mercado.
Exemplo
São poucas as empresas que se destacam internacionalmente nesse aspecto. Arruda menciona a Embraer como o principal exemplo brasileiro.
 A principal vantagem competitiva da empresa em inovação está na sua inteligência em antecipar o que Arruda chamou de “megatendências”. “A Embraer historicamente atua no desenvolvimento do mercado de aviação”, diz.
Fonte: Revista Exame, por Barbara Ladeia.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Empreenda de forma rápida e barata, diz professor de Harvard

São Paulo – O leão do empreendorismo. É assim que a imprensa americana se refere ao professor Howard Stevenson, de 71 anos. Professor emérito de administração da Harvard Business School e primeiro titular da cátedra Sarofim-Rock da instituição, dedicada ao ensino e pesquisa em empreendedorismo, Stevenson tem na bagagem passagem pela reitoria da escola, mais de 10 livros publicados e algumas empresas bem sucedidas.
De passagem pelo Brasil nesta semana, ele citou a Ambev, Natura e Embraer como empresas brasileiras de destaque. E diz que acredita que o país tem muitos pontos a seu favor para crescer economicamente, como recursos naturais em abundância. “Eu estou muito esperançoso, se eu tivesse 40 anos a menos, eu iria aprender português”, brinca.
O professor conduziu a discussão de um estudo de caso no Insper, em parceria com a Endeavor Brasil e Harvard Business School Club of Brazil. Em entrevista à Exame.com, ele afirmou que todo empreendedor precisa saber focar na oportunidade e criar empresas de forma rápida e barata. Veja abaixo algumas dicas do professor.
1. Preste atenção nos consumidores
A necessidade do consumidor é um dos principais aspectos que  empreendedores deveriam prestar atenção. Segundo Stevenson, para uma empresa crescer e se tornar bem sucedida é preciso pensar em todas as chaves que levam o produto até o cliente.
“A única maneira de ganhar dinheiro é o cliente comprando”, afirma Stevenson. Por isso, a preocupação de um empreendedor deve se estender ao treinamento da equipe de vendas, dos distribuidores e dos fornecedores, pois cada detalhe da cadeia pode fazer diferença.
2. Empreenda de forma rápida e barata
No mercado de startups, a competição é bastante acirrada. “Todos estão competindo com pessoas espertas”, afirma Stevenson. Ele diz que se hoje as pessoas têm olhos para o Facebook, antes disso era o MySpace e assim por diante. Um bom negócio, segundo o professor, precisa ter pessoas que desejam o seu produto e você precisa desenvolver de forma rápida e barata.
3. Aprenda a aprender
Parece óbvio, mas não é. Stevenson explica que percebia que os seus alunos de Harvard queriam saber o que era necessário para se ter sucesso. “Nós tentamos ensinar que o mais importante é desenvolver habilidades que o farão aprender a aprender”, afirma.
4. Tudo pode ser melhorado
É preciso pensar mais quando você conta uma ideia e todos afirmam que está ótima. “Toda situação pode ser melhorada”, diz o professor. Ele recomenda que empreendedores pensem no problema que eles querem resolver ou reparem em um problema que o cliente teve, por exemplo.
5. Siga o exemplo das startups
Para o professor, os executivos devem focar nas oportunidades e não somente em recursos como dinheiro, pessoas e máquinas. Em uma empresa de grande porte, por conta da hierarquia e burocracia, algumas decisões demoram mais do que deveriam.
No caso das startups, empreendedores sabem que precisam agir rápido quando algo não está saindo da maneira que eles planejavam ou quando há uma boa ideia que precisa ser testada e validada rapidamente.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

5 dicas para revolucionar sua pequena empresa

São Paulo – Um dos principais erros que os empreendedores cometem é não perceber quando a empresa precisa de recursos para crescer. “O empreendedor, na essência, é uma pessoa que corre riscos, pensa e faz acontecer, mas não necessariamente sabe gerir um negócio”, explica José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil da consultoria LHH|DBM na América Latina.
Para Renê Jose Rodrigues Fernandes, gerente de Projetos do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), às vezes, o empresário tem várias informações sobre a empresa nas mãos, mas não sabe como usar de forma estratégica. Veja abaixo cinco recomendações de Fernandes e Figueiredo para profissionalizar sua pequena empresa.
1. Tenha um plano de negócios
Uma das principais ferramentas para gerenciar uma empresa, o plano de negócios não é somente necessário no começo da empresa. “É um controle ou uma fotografia de como a empresa está”, afirma Fernandes.
Informações sobre o mercado, finanças e operações são importantes para montar esse documento. Se o empresário fizer a constante revisão, poderá usar como base para decisões estratégicas.
2. Aprenda a delegar
Uma atitude inteligente que um empresário deve tomar é refletir sobre a maneira como ele faz a gestão de sua equipe de funcionários. “Ele precisa perceber se confunde competência com confiança”, afirma Figueiredo.
Ao descentralizar algumas decisões, o empreendedor poderá contar com uma equipe mais confiante e preparada para lidar com situações inesperadas.
3. Separe as contas da empresa
Um erro comum e grave cometido por pequenos empresários é o de misturar gastos pessoais com os do negócio. Além disso, a separação deve ser estendida para todas as áreas da empresa e não só a financeira.
“Se a esposa do sócio pede algo para um funcionário da empresa, tem desvio não só de dinheiro, mas de função”, explica Fernandes. Por isso, separar bem as questões pessoais e profissionais é essencial.
4. Reúna um conselho de administração
Dependendo do nível de amadurecimento da empresa, não é recomendado que as decisões fiquem somente nas mãos do dono. Ao buscar pessoas de fora para participar do conselho, o empreendedor pode agregar profissionais com uma visão macro do mercado.
Para Fernandes, poucas empresas têm e muitas que teriam potencial para ter este conselhor estão desperdiçando essa oportunidade.
5. Busque ajuda especializada
Recorrer a consultorias jurídicas e contábeis é recomendável para tomar determinadas decisões em relação ao negócio, como tributos e leis trabalhistas. Para certos negócios, Fernandes explica que o auxílio de auditores externos é importante.
Pode se tornar uma grande vantagem para quando a empresa estiver pronta para receber um aporte de uma venture capital, por exemplo.
 
Fonte: Revista Exame, por Camila Lam.

terça-feira, 14 de maio de 2013

"Morre lentamente a empresa que não muda" diz Kohlrieser

São Paulo – Saber negociar, gerenciar conflitos e subtrair o melhor produto de situações de embate são grandes habilidades para quem gerencia empresas.
Especialista na gestão de pessoas  e solução de conflitos, George Kohlrieser é psicólogo clínico e professor do IMD, escola suíça de negócios. Atualmente, é considerado uma das maiores autoridades em liderança e gestão de conflitos.
Parte de sua experiência veio de uma atividade nada convencional - atuou por mais de dez anos como negociador de reféns em situações de sequestros. Atualmente ele traz sua experiência para cenário corporativo, identificando obstáculos e oportunidades de crescimento no mundo das empresas.
Em entrevista exclusiva à EXAME.com, Kohlrieser afirma ver nos choques intergeracionais o principal conflito das empresas na atualidade. “Os profissionais mais velhos precisam compreender que a mente dos mais jovens funciona de forma diferente”, diz.
 
Choque de gerações
 
Essa diferença reside, na opinião do especialista, na influência da tecnologia na rotina dos mais jovens. Entre a chamada Geração Y e os antecessores, a Geração X, há uma diferença gritante quanto à interferência da tecnologia no cotidiano – enquanto os primeiros já nasceram em contato com computadores, os segundos chegaram a ver o mundo funcionar sem sequer aparelho celular.
“Eles pensam com a velocidade e com a organização da tecnologia. Os jovens também precisam compreender que os mais velhos não compartilham da mesma visão de mundo, uma vez que viveram em cenários muito diferentes dos atuais”, afirma.
A solução do conflito reside na curiosidade, que deve vir de ambas as partes. “Invés da crítica, seja curioso. Todas as diferenças podem ser resolvidas se você estiver realmente curioso e disposto a encontrar a parte boa de todos.”
Conexão
A falta de conexão entre as pessoas foi apontada por Kohlrieser como o segundo principal conflito profissional dessa era. “Os profissionais andam se esquecendo de levar o lado humano de seus colegas em conta”, diz.
Esse seria um evidente indicativo que a tal inteligência emocional anda em falta nas empresas do mundo todo. “Os líderes tem de conduzir às metas, mas precisam colocar as relações humanas em primeiro lugar.”
A forma mais rudimentar de ampliar este contato está na ativação do padrão mental da curiosidade. “Melhor que defender seu ponto de vista, é mostrar curiosidade. Isso indica que você se importa com o outro e, principalmente, está interessado no que ele pensa.”
Como tendência, Kohlriser vê uma crescente da incerteza, graças à velocidade na mudança dos cenários econômicos e sociais. “Morre lentamente a empresa que não muda”, afirma.

Fonte: Revista Exame, por Barbara Ladeia.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

6 ideias para conquistar consumidores via celular e tablet



A questão central é que, diferente das mídias tradicionais, as plataformas móveis exigem um pouco mais de estratégia dos gestores, uma vez que pressupõem interação com seus consumidores.
Justamente por isso, conquistar o usuário é essencial. “As plataformas móveis, como o smartphone, são uma extensão do corpo das pessoas. Elas podem ser usadas como ferramentas para economizar tempo e para passar o tempo, ou seja, é preciso saber onde se encaixar”, diz César S. César, diretor da Unidade Digital da Carvajal, empresa mantenedora do Guia Mais Empresas.
César dá seis sugestões para empresas que pretendem abrir mais esse caminho para chegar até o seu consumidor.
1) Pense móvel
Parece óbvio, mas muitas empresas ainda não pensam nos dispositivos móveis como mídias com características particulares. “O smartphone e o tablet não são computadores em miniatura”, afirma César.
O relacionamento entre esses dispositivos e o usuário acontece em momentos diferenciados – como durante um almoço, entre um compromisso e outro ou em trânsito, isso exige que a empresa pense em como ser útil ao usuário em poucos minutos. "São como controle remotos para o mundo virtual, Muitas vezes esse é o início de um relacionamento de mão-dupla", destaca o especialista.
2) Estratégia antes, conteúdo depois
Produzir um aplicativo não é simplesmente uma questão de estar em dia com as novidades do mercado. Os objetivos desse canal devem estar claros para a empresa e devem estar perfeitamente encaixados com o planejamento estratégico daquele ano. “Essa história de ‘precisamos desenvolver um aplicativo: o que podemos fazer?’ não funciona. O caminho tem de ser inverso. O aplicativo é um meio para alcance do objetivo e não uma finalidade em si só”, diz César.
3) Engajar usuários é essencial
As plataformas móveis podem ser um ótimo canal para entrar em contato direto com o consumidor e estreitar esse relacionamento. Para isso é necessário que o aplicativo tenha potencial de engajar seus usuários e torne-se necessário para o dia a dia. “O aplicativo é uma chance permanente de contato entre consumidor e a marca. É importante que o aplicativo seja funcional o suficiente para virar ferramenta de consulta constante”, diz César.
4) Privilégio da usabilidade
Todo o investimento – que não costuma ser pouco – pode ir por agua abaixo se a usabilidade não for privilegiada. César explica que o momento de interação dos usuários com seus gadgets é curto e qualquer deslize pode ser fatal. “A tela é pequena, o usuário geralmente manuseia um smartphone com uma mão só. Ele passa 3 ou 5 minutos no celular e vai usar seu aplicativo entre o e-mail, a rede social o telefonema e o SMS. Se não for fácil de usar, ele não terá uma boa experiência com o aplicativo e não voltará.”
5) Quanto mais simples melhor
A simplicidade e o minimalismo são palavras de ordem no mundo da tecnologia. Duvida? Basta ver o tamanho do sucesso do jogo Anrgy Birds – um jogo fácil com interface simples correu o mundo e levou a Rovio ao estrelato. Para César, a estratégia deve ser a mesma. “Mantenha tudo o simples possível. O Google é uma tela branca com um logo e uma caixinha e resolve todos os problemas da sua vida”, diz.
6) Buscar referências
Todas as referências poderão ser válidas quando a empresa quer apostar alto nas plataformas móveis. Um jogo, um aplicativo de banco ou até mesmo um contador de calorias pode dar boas ideias de usabilidade e utilidade de um aplicativo. “Não olhe só a concorrência, mas busque exemplos no exterior. Veja o que as outras empresas estão fazendo e compare o projeto de sua aplicação”, sugere César.
Fonte: Revista Exame, por Bárbara Ladeia.




sexta-feira, 10 de maio de 2013

5 dicas para sua empresa agilizar processos e faturar mais


São Paulo – Ao identificar os gargalos que a sua pequena empresa tem na área de vendas, as chances de você perder oportunidades de fechar negócios diminuem bastante. “A setorização da loja, por exemplo, ajuda o cliente a achar mais fácil os produtos”, exemplifica Leonardo Marchi, sócio-diretor da Praxis Business.
O treinamento da equipe é essencial para uma venda perfeita, mas existem outros aspectos que podem ser melhorados no processo. Confira abaixo as recomendações de Marchi e Mário Rodrigues, diretor do IBVendas.
1) Cuide bem do seu estoque
Um estoque bem organizado pode economizar muito tempo para a equipe de vendedores. No caso de varejo, quando o cliente solicita um produto que não está exposto e o vendedor precisa buscar no estoque, a demora na busca pode ser desgastante para ambos os lados.
Outro erro comum, segundo Rodrigues, é o vendedor oferecer produtos que não estejam no estoque. A comunicação, nesse caso, é essencial para que isso não aconteça.
2) Treine bem a sua equipe
Lidar com clientes difíceis faz parte do cotidiano de um empresário, independente do porte da empresa. Mas, o treinamento adequado pode aumentar as vendas mesmo quando o cliente busca um produto ou serviço que não está disponível. “Se não tiver o produto, o ideal é levar um similiar. É saber aproveitar a situação”, explica Marchi. 
Além disso, as promoções devem ser informadas e alinhadas para todos os funcionários. O conhecimento do vendedor é a chave para que os consumidores enxerguem o benefício e concluam a venda.
3) Atente-se aos meios de pagamento
A estrutura do caixa do negócio não deve ser negligenciada, pois além do treinamento do responsável pelos pagamentos, o processo tem que ser ágil. “Normalmente, o caixa que é o gargalo do processo de venda”, afirma Marchi. 
Se tudo ocorreu bem até chegar a hora de fechar a compra, a demora só é justificável em casos extremos, pois corre-se o risco de o cliente desistir. 
4) Esteja equipado para imprevistos
Acabou a energia? O computador travou e não pode fornecer a nota fiscal? “O empresário tem que estar atento a tudo isso”, afirma Marchi. Por isso, tenha em mãos ferramentas que possam auxiliar na venda mesmo em situações não favoráveis. 
5) Tenha um bom relacionamento com seu fornecedor
Para evitar problemas na gestão do seu estoque ou que a falta de um produto, carro chefe do seu negócio, interfira diretamente no caixa da empresa, o bom relacionamento com os fornecedores deve ser conquistado. 
Para Rodrigues, negociar prazos com os clientes, por exemplo, depende do quão rápido o fornecedor poderá repor o produto em falta. Ter um bom planejamento e agendar prazos para entregas evitam esse tipo de dor de cabeça. 
Fonte: Revista Exame, por Camila Lam.