quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Sete conselhos para um atendimento nota 10

O bom atendimento ao cliente é uma das grandes deficiências encontradas em quase todos os segmentos de negócio: comércio, indústria e serviços. Não vamos nem mencionar o serviço público em geral que, na maioria dos casos, quando fica regular, é caótico.

Desconheço uma pessoa sequer que não tenha um exemplo de mau atendimento nos últimos seis meses, para não dizer ao longo da vida, razão pela qual vamos explorar esse assunto em três partes distintas: os pecados capitais do atendimento; as expectativas do cliente durante o atendimento; e os segredos para melhorar o atendimento na sua empresa.

Imagine que sua empresa consegue fazer a venda, conquista o cliente e, assim, sem mais nem menos, por conta de uma atitude descompensada, indiferente ou de desprezo de um colaborador, perde o cliente que tanto investiu para conquistar. 

Não se espante. Isso acontece com mais frequência do que se imagina, todos os dias, em todos os lugares do mundo, portanto, vez por outra, é necessário parar para repensar o próprio atendimento: 1) quanto seu atendimento ao cliente é bom? Você se preocupa em manter o cliente tanto quanto se esforça para conquistá-lo? Tem consciência de quão importante é o atendimento para o seu negócio?

Os 7 Pecados Capitais do Atendimento

De acordo com Ty Boyd, coach de Negócios, escritor e conferencista, aqui estão os 7 pecados capitais do atendimento:

1.  Colocar dinheiro ou lucros à frente do atendimento.

2.  Vaidade gerada pelo sucesso.

3.  Criar níveis hierárquicos, sem promover trabalho de equipe – colegas que reclamam dos outros ou se lamentam “não é trabalho meu”.

4.  Falta de treinamento, reconhecimento ou estímulo.

5.  Não ouvir – antecipar a resposta, antes de compreender a situação.

6.  Isolar-se – não prestar atenção ao cliente ou ao concorrente.

7.  Falar e não cumprir, ou pior, mentir.

Possivelmente, você já foi vítima de qualquer um desses pecados, pelo menos uma vez na vida, entretanto, se alguém perguntar se já cometeu algum deles, há uma grande possibilidade de a resposta ser NÃO. Por que será? Porque temos enorme dificuldade em assumir os erros e, da mesma forma, grande facilidade para criticar os erros alheios.

Em pleno século 21, não é mais necessário insistir no fato de que o atendimento ao cliente é uma questão crítica, complexa e fundamental para o sucesso de qualquer negócio, mas, existe ainda um razoável número de empresas que parece não se dar conta disso. 

Uma verdade incontestável nisso tudo é que, sem políticas, orientações ou padrões de atendimento bem definidos, sua empresa vai continuar atendendo mal. Você pode seguir ganhando dinheiro, porém, o esforço para manter os clientes será bem maior do que o realizado para conquistá-los.

As 7 expectativas do cliente durante o atendimento

Antes de prosseguir, quero lembrar novamente que o seu cliente tem uma biologia, uma cultura, uma linguagem e, obviamente, uma história pessoal muito diferente da sua. Portanto, para cada atendimento, é preciso uma abordagem apropriada ao estilo do cliente, o que vai depender muito da sua percepção e de treinamento.

Como cliente, qual o padrão mínimo de atendimento esperado?

1.  Em primeiro lugar, ser ouvido atentamente, sem ser interrompido.

2.  Um bom atendimento por parte do vendedor, atendente, gerente etc.

3.  Uma linguagem adequada, inteligível, apropriada.

4.  Sentir-se importante, não apenas quando compra, mas, quando reclama.

5.  Ser visto como um consumidor inteligente – ele escolheu a sua empresa.

6.  Respeito e consideração, independentemente da condição social.

7.  Em caso de reclamação, uma expectativa e uma garantia de solução.

Lembre-se: você também é cliente, por vezes exigente, chato e difícil, e, quanto maior a consciência em relação a isso, maior a percepção necessária para melhorar a maneira de atender os clientes.

Os 7 conselhos para um Atendimento Nota 10

A resposta para essa questão vale milhões de reais. Acredite nisso. De maneira geral, o atendimento satisfatório já não é mais aceitável. Os clientes estão mais exigentes, menos fiéis, mais atentos, portanto, como diria o célebre Napoleon Hill, é necessário caminhar um quilômetro extra e ir além da concorrência.

Como fazer isso? Simples. É a única coisa que depende exclusivamente de você e das pessoas que trabalham contigo, portanto, sem inventar a roda, com base nos estudos de Ty Boyd, Jeffrey Gitomer e Raúl Candeloro, além da minha experiência pessoal, o atendimento nota 10 inclui as seguintes premissas:

1.  Não interrompa: suporte, do início ao fim, o desabafo do cliente, afinal, se ele está contigo é porque tem interesse no seu produto ou, então, comprou algo que não correspondeu à sua expectativa inicial.

2.  Sem preconceitos: o preconceito distorce o que você ouve, portanto, ouça sem prejulgar; o que está em jogo é o dinheiro do cliente e não a roupa que ele veste.

3.  Seja simples: o cliente não é burro, mas tem uma história diferente da sua; a linguagem adequada a cada situação e cliente faz toda diferença; quanto mais sofisticado, mais distante do cliente.

4.  Assuma a responsabilidade: entenda, de uma vez por todas que, quem se propõe a empreender, ganhar dinheiro, atender ao público, deve assumir a responsabilidade por todos os problemas gerados pelo seu negócio.

5.  Reposicione as pessoas: não imagine que seus colaboradores estejam tão comprometidos com o atendimento quanto você; se as coisas não estão indo bem, promova reuniões frequentes de alinhamento e, se isto não resolver, substitua para evitar um mal maior. Se isso não resolver, seja prático, livre-se dos ineficientes.

6.  Seja flexível: para atender a necessidades específicas dos clientes e ir além dos procedimentos da empresa quando necessário; o importante é resolver o problema do cliente.

7.  Eleve o padrão: o atendimento nota 10 será possível somente quando sua empresa adotá-lo por meio de política comercial, normas e procedimentos bem definidos, além do treinamento que nunca deixará de existir.

Isso vale para o atendente na recepção ou na portaria e para o presidente da sua empresa. Se você não adotar o atendimento como bandeira principal, jamais irá transformar o atendimento num diferencial competitivo para o seu negócio.

Entenda que você sempre tem uma escolha. Atender bem é uma escolha e, por mais que você treine, peça de joelhos, ensine, sugira e o cliente reclame, a maioria das pessoas escolhe atender mal. É muito mais fácil culpar o patrão e a sociedade em geral do que admitir a insatisfação com o emprego e assumir a responsabilidade.

Pense nisso, empreenda, aja diferente e seja feliz!

Fonte: Portal Administradores, por Jerônimo Mendes.



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Dívida de imposto irá a cartório

A partir de agora o governo pode protestar em cartório os débitos inscritos em dívida ativa. A Lei n° 12.767/12, publicada no apagar das luzes de 2012, dia 28 de dezembro, e já em vigor, autoriza União, estados e municípios a levarem a protesto as Certidões de Dívida Ativa. “Este é um modo de cobrança coercitivo e vexatório”, segundo Rafael Wagner, diretor do Instituto de Estudos Tributários-RS, “o qual pode trazer grandes prejuízos ao cidadão ou empresa devedora de tributos”. 

A partir do protesto dos títulos, o devedor fica com restrição de crédito, e seu nome vai para a Serasa e o SPC. O empresário que tiver título protestado não conseguirá, por exemplo, descontar uma duplicata. A medida terá sérios reflexos na área empresarial e também na sociedade. Wagner entende que os governos já têm todos os mecanismos de cobrança nas mãos e inclusive vantagens que o setor privado não possui para fazer valer o seu crédito.

Através de uma Certidão de Dívida Ativa, por exemplo, o governo pode cobrar na Justiça todos os tributos devidos. Wagner acredita que esta nova medida fere princípios constitucionais, pois o Supremo Tribunal Federal tem estabelecido que o governo não pode se utilizar de medidas coercitivas e vexatórias para cobrança de tributos, além daquelas expressamente previstas na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional.

Multas menores

A presidente da República sancionou a Lei n° 12.766, que muda os valores das multas por descumprimento de obrigações acessórias. O fisco multava em R$ 5 mil por mês-calendário, independentemente da gravidade da incorreção praticada. Agora, as multas variam de R$ 100,00 a R$ 1.500,00. Para as empresas do Simples Nacional, o valor pode ser reduzido em até 70%, segundo o Sescon-RS, que defendia a mudança em benefício do setor de contabilidade.

Fonte: Jornal do Comércio

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

DryWash transforma solução para o desperdício de água em modelo de negócio

Com lavagens de carros a seco, empresa poupa 264 milhões de litros por ano, quantidade suficiente para matar a sede da população de uma cidade do tamanho de Bauru, por um ano.

Há diversos cálculos e critérios sobre a quantidade de água gasta para lavar um carro. Uma das contas mais comuns chega ao resultado de 316 litros. É muito! Para se comparar, uma pessoa leva cinco meses para beber todo esse líquido.

Esse desperdício foi uma das motivações de Lito Rodriguez ao criar a DryWash, da qual é sócio-fundador. Hoje, a empresa conta com 65 franquias espalhadas pelo Brasil e lava mais de 70 mil carros por mês. Mas lava a seco, utilizando uma tecnologia própria.

Com uma conta rápida, é possível deduzir que a iniciativa poupa em média 22 milhões de litros de água por mês. Em um ano, são 264 milhões de litros. Para se ter a dimensão dessa economia, essa quantidade é suficiente para suprir a necessidade de ingestão de água de todos os habitantes de uma cidade do interior de São Paulo de porte médio, como Bauru ou Piracicaba, por um ano inteiro.

A grande sacada da DryWash é que, além dos ganhos ambientais, estamos falando de um negócio bem sucedido financeiramente e que está em pé há quase duas décadas. Mas nem sempre foi assim. Em 1994, quando Lito instalou um lava rápido tradicional na Zona Sul de São Paulo, ele conta que as dificuldades foram as mesmas da maioria das pequenas empresas no Brasil: burocracia, alta carga tributária e crédito caro.

Persistência foi a palavra-chave para o empresário. Um ano depois do início do empreendimento, surgiu a ideia de lavar os carros onde eles ficavam na maior parte do dia: as garagens e os estacionamentos, o que, de quebra, pouparia ainda o tempo dos clientes. Assim, a lavagem a seco passou a ser não apenas uma questão ambiental, mas uma estratégia de negócio.

Por meio de parcerias, Lito estruturou a DryWash da forma como a conhecemos hoje. E a ideia foi um sucesso. De 1998 a 2002, o faturamento da empresa cresceu rápido, chegando a dobrar de tamanho, em alguns anos.

Hoje, um dos principais focos da companhia é o desafio comum de quem quer vender sustentabilidade. “O mercado ainda não enxerga os valores sociais da empresa, como formação profissional, plano de carreira e desenvolvimento humano, alto nível de governança. Ainda somos reconhecidos apenas como uma empresa ambientalmente correta e nosso desafio está em demonstrar que damos muita importância para os outros dois pilares também: social e financeiro.”

Para 2013, a meta é consolidar o modelo de franquia para serviços e acelerar o crescimento de vendas das linhas de produtos para varejo e mercado profissional. A DryWash quer crescer de 8 a 10 pontos percentuais em serviços e até 40% no segmento de novos produtos. E, para isso, seguirá baseada em seus quatro pilares: responsabilidade ambiental, responsabilidade social, qualidade e lucro.

Fonte: www.asboasnovas.com.br

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O que fazer depois de atingir o sucesso?

Sucesso, dependência, inércia e desastre

Atingir o resultado pode ser uma das coisas mais nefastas para uma carreira. Explico: entendo que nossa vida empresarial deve estar dividida em buscar atingir um resultado e depois descobrir como buscar novos resultados. Sucesso não pode ser o fim em si mesmo.
 
A estabilidade, embora agradável e desejada, é perigosa. Nesse caso, corremos o risco de ser vítimas da “trilogia do mal”: dependência-inércia-desastre.

Por mais paradoxal que possa parecer, essa trilogia se instala quando é alcançado o sucesso, ou quando ele é um pressuposto que não é mais discutido. Em time que está ganhando, a dependência resulta da inércia estabelecida pelo “repouso do guerreiro” sobre os louros conquistados e que levaram ao sucesso.

Gradativamente, instala-se na pessoa a sensação de conforto e as capacidades de inovar, pesquisar, investigar, questionar, criticar, estudar e aperfeiçoar são arquivadas. Não há espaço para autoanálise, erro e discussões dos problemas com transparência.

Essas atitudes são lógicas, se, afinal, o sucesso chegou pelos recém-criados manuais, por que questioná-los ou abandoná-los?

A inércia tende a se agravar, visto que o sucesso vem com uma boa dose de arrogância do líder. Para o isolamento, falta um pequeno passo. As portas se fecham, os contatos pessoais diminuem e o processo padrão de cumprimento das tarefas se torna a rotina. Cercado por poucos que “sabiamente” dizem a ele o que quer ouvir, comanda uma equipe de “cumpridores de ordem”, onde o mérito e proficiência profissional não são mais alvo. Foram se os “chatos”, ficaram os que realmente “fazem”.

O sucesso momentâneo é o maior responsável por este conjunto de situações, mas o que de fato é que se trata de uma manifestação da índole humana. Estamos sucessivamente em busca da “zona de conforto”. Indiscutivelmente trata-se de um direito, só que essa condição não se sustenta permanentemente no desenvolvimento da realidade dos fatos.

Frente a um mundo dinâmico, parar significa retroceder em qualquer atividade humana.

Fonte: Época Negócios, por Carlos Faccina
 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

PIB deve chegar a R$ 4,8 tri em 2013, avalia FecomercioSP

A economia brasileira deve fechar 2013 com o Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 4,8 trilhões, com crescimento de 4%. A estimativa é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que projeta para 2013 um bom desempenho para o País, sobretudo no comércio, uma vez que o setor pode ultrapassar pela primeira vez R$ 1,5 trilhão em vendas.

Porém, a Assessoria Técnica da FecomercioSP, chama a atenção para a inflação, que deve encerrar 2012 acima do esperado. A projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal medidor da inflação do País, era de 5% para este ano. 

No entanto, a inflação oficial pode ficar em 5,5%. Apesar de parecer pequena, a diferença não é desprezível, uma vez que representa 10% a mais de inflação sobre o previsto e um ponto porcentual acima do centro da meta que é 4,5%. A redução da Selic para 7,25% foi benéfica por obrigar o setor financeiro a rever suas taxas de juros com os consumidores e as empresas. No entanto a redução de juros acabou por dificultar o controle inflacionário ao longo de 2012. E a Selic não deve cair mais no curto prazo.

A FecomercioSP estima que, em 2013, o PIB brasileiro pode apresentar bons resultados, dependendo de como o setor privado reagirá aos estímulos deste ano, como a redução de juros e o desenrolar da crise europeia. Já a inflação deverá ficar acima da meta, o que exigirá mais esforços do Banco Central (BC) para trazer a inflação ao patamar esperado. A Federação acredita que a Selic ainda pode subir para 8,5% por causa da resistência inflacionária, além da pressão dos preços dos combustíveis prevista para o próximo ano.

Para a Assessoria Técnica da FecomercioSP, partindo-se da premissa de poucas alterações no cenário econômico interno e externo, o comércio brasileiro pode ultrapassar pela primeira vez a barreira de R$ 1,5 trilhão em vendas. Caso seja confirmado, o montante pode ser 6% superior ao de 2012, já descontada a inflação. No estado de São Paulo, o comércio deve movimentar R$ 475 bilhões, sendo a região metropolitana responsável por R$ 181,1 bilhões desse montante.

Em 2013, a FecomercioSP projeta que serão gerados de 1 milhão a 1,5 milhão de postos de trabalho, número próximo ao necessário para uma incorporação total do aumento da População Economicamente Ativa (PEA). Com isso, a taxa medida de desemprego no ano que vem deve ser praticamente a mesma deste ano, em torno de 5,5%, considerado o menor valor histórico. Como a expectativa para o emprego é positiva, apesar de mais modesta, a tendência do consumo das famílias é de crescimento no próximo ano, podendo expandir-se em 5% no País e 3% em São Paulo.

Fonte: Canal Executivo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Saiba como otimizar o tempo no trabalho

Cada vez mais as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.

"O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade devida", explica o diretor executivo da Innovia Training & Consulting Ricardo Barbosa.

Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. O diretor da Innovia detalha pontos que potencializam estas dificuldades:

Ausência de foco - O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita; 

Falta de concentração na tarefa em execução - o colaborador leva para empresa problemas pessoais, além de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado; 

Ausência de planejamento - Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades; 

Acomodação que gera desmotivação - Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação; 

Procrastinação - deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã; 

Refém de ferramentas tecnológicas - as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora). 

Por outro lado Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco.

"O descanso é fundamental para que a pessoa possa ser produtiva. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário construir relações balanceadas", diz. 

"Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, no qual você irá separar suas atividades em: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente, mas não importante), Planejamento (importante, mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)".

Segundo ele, a pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo por terra com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. 

"Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser mais produtivos", alerta.

Veja as principais dicas para que um colaborador otimize seu tempo:

Estabelecer prioridades;
Disciplinar reuniões;
Disciplinar horários para conversas;
Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos;
Classificar aquelas que são importantes e urgentes;
Evitar acumular funções que não sejam suas.

Fonte: Canal Executivo

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

5 dicas para aumentar as vendas no final de ano

Com as festas de final de ano, a expectativa é alta quando o assunto é vendas. Nessa época, os consumidores estão mais dispostos a comprar e os empresários precisam redobrar a atenção se quiserem faturar ainda mais. “Não se preocupe em vender e sim em ajudar os clientes na compra”, afirma Carlos Cruz, diretor do IBVendas.
 
Entretanto, é preciso se precaver para que o ano não comece no vermelho e com produtos “encalhados”. “Quando há uma supervalorização deste período de ano, o empresário acaba comprando muito”, afirma Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

No caso de vendas online, os cuidados vão além do estoque. Bruno Ballardie, CEO do eÓtica, conta que a empresa está preparando campanhas de marketing para que as compras sejam antecipadas, evitando transtornos quando os fornecedores entrarem em recesso. Ele explica que houve um reforço no sistema de TI e trabalhará com uma transportadora, além dos Correios, para o envio dos produtos. “A expectativa é que ocorra um aumento de 30% a 40% de acesso ao site e nas vendas”, explica. Veja abaixo as recomendações dos especialistas.

1. Avalie antes de fazer apostas
Antes de se antecipar e fazer pedidos para os fornecedores, faça uma pesquisa. Seja por meio da concorrência ou do seu público-alvo, é importante descobrir que produto ou serviço tem potencial de melhor desempenho nas vendas do final de ano. “Tem que ser baseado em fatos reais e não no achismo ou no sentimento”, explica Maia.

“Infelizmente, a atividade empresarial não é só vender, as pequenas empresas dão atenção excessiva para as vendas”, afirma Fernando Blanco, presidente do Instituto para o Desenvolvimento da Cultura do Crédito (IDCC). Ele conta que a área financeira é o espelho da atividade comercial e, por isso, para evitar endividamentos desnecessários, o empreendedor tem que controlar bem os custos.

2. Gerencie o estoque
Os indicadores do estoque da sua empresa dizem muito da gestão que você está dando para o negócio. “O gestor precisa envolver a equipe de suporte e do estoque para não perder oportunidades de vendas”, explica Cruz.O trabalho fica mais fácil com o auxílio de softwares de gestão, que dão uma visão panorâmica das vendas. Para Maia, o acompanhamento é essencial para tomadas de decisões. “Qual produto tem mais saída, que promoção deve fazer para um produto girar. A gestão diária é indispensável nessa época, senão pode acabar com um produto empacado, sem aproveitar as oportunidades”, diz.
3. Invista tempo no atendimento
Treine sua equipe de vendedores para que eles estejam munidos de todas as informações sobre os produtos da empresa. Independente da correria diária, o empreendedor deve dedicar alguns minutos para acompanhar os funcionários contratados recentemente. “Tem que fazer um plano de ação diário, identificar quando um vendedor vende pouco”, explica Cruz.

Nessa época do ano, não é incomum que o cliente tenha que correr atrás de um vendedor para ser atendido. Segundo Maia, ao contratar funcionários inexperientes e sem preparo específico, o atendimento ruim impede que as vendas sejam ainda melhores. E, com o treinamento apropriado, a fidelização do cliente acontecerá de forma natural.

4. Agilize as operações
Durante as compras no final do ano, ter que lidar com clientes difíceis ou impacientes pode fazer parte da rotina. Por isso, é recomendável se atentar quando há um problema nas máquinas de cartão de crédito ou até mesmo na operação do caixa. “Agilidade e paciência são cruciais”, afirma Cruz.
“A pior coisa é não responder para o cliente”, diz Ballardie. Por isso, o empresário tem que ficar atento às reclamações e tendo qualquer problema com a entrega do produto ou serviço, o cliente tem que ser comunicado.

5. Seja criativo nas promoções
A promoção ou a venda de combo de produtos similares são ações que contribuem para o aumento do ticket médio do consumidor. “Tem que ser uma promoção agressiva; é o momento oportuno para inovações”, afirma Maia.

Fonte: Exame