terça-feira, 11 de outubro de 2011

Mercado financeiro prevê inflação maior em 2012


São Paulo - O mercado financeiro elevou a projeção para a inflação em 2012, segundo o Boletim FOCUS, divulgado na manhã desta segunda-feira, 10, pelo Banco Central (BC). A expectativa para a inflação oficial no ano que vem subiu de 5,53% para 5,59%, em um patamar distante do centro da meta de inflação para 2012, que é de 4,50%. A meta tem margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.
A projeção para a inflação em 2011 seguiu em 6,52%. A previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro deste ano passou de 0,48% para 0,46%. A estimativa para o IPCA de novembro passou de 0,51% para 0,50%.

O mercado financeiro praticamente manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, reduzindo levemente a alta de 3,51% para 3,50%, segundo o boletim FOCUS. Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia foi mantida em 3,70%. A estimativa para o crescimento da produção industrial em 2011 passou de 2,45% para 2,26%. Para 2012, a projeção para a expansão da indústria foi mantida em 4,30%.

Juros e dólar

De acordo com a pesquisa FOCUS, os analistas mantiveram a previsão para a Selic (a taxa básica de juros da economia) para o fim de 2011 em 11,00% ao ano. Já a projeção para a Selic no fim de 2012 permaneceu em 10,50% ao ano.

Para o mercado de câmbio, os analistas preveem que o dólar encerre 2011 em R$ 1,75, patamar levemente acima do estimado na semana anterior, de R$ 1,73. A projeção do câmbio médio no decorrer de 2011 passou de R$ 1,65 para R$ 1,67. Para o fim de 2012, a previsão para o câmbio passou de R$ 1,70 para R$ 1,75.

Contas externas

A previsão do mercado financeiro para o déficit em conta corrente neste ano passou de US$ 56,81 bilhões para US$ 55,75 bilhões. Para 2012, o déficit em conta corrente do balanço de pagamentos estimado foi de US$ 68,63 bilhões para US$ 68,20 bilhões.

A previsão de superávit comercial em 2011 subiu de US$ 25,00 bilhões para US$ 26,00 bilhões. Para 2012, a estimativa para o saldo da balança comercial avançou de US$ 16,55 bilhões para US$ 18,00 bilhões. Analistas elevaram a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2011 de US$ 55 bilhões para US$ 59,00 bilhões. Para 2012, a previsão seguiu em US$ 50 bilhões.

Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Novo modelo de empresa individual protege patrimônio pessoal do empresário


A partir de 8 de janeiro de 2012 entrará em vigor a lei 12.441 sancionada pela presidência no dia 11 de julho deste ano, que institui a existência da EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Este novo modelo permite que um empresário constitua sua organização sem que seu patrimônio pessoal esteja ligado à pessoa jurídica.

Nos modelos empresariais atuais, é preciso mais de um sócio para constituir a empresa, ou abrir uma firma individual ligada diretamente à pessoa física, nos modelos de Microempresa, Empresa de Pequeno Porte ou Microempreendedor Individual, pela lei do SIMPLES nacional.

A vantagem da EIRELI é que a responsabilidade da empresa é limitada ao patrimônio da pessoa jurídica, diferente das firmas individuais em que quaisquer débitos não pagos da organização, mesmo em casos de falência, também são cobrados do empresário, em seu CPF.

Para abrir uma EIRELI é preciso um capital inicial mínimo equivalente a cem salários mínimos, atualmente, R$ 54,5 mil. E o responsável pode constituir apenas uma EIRELI, mas ainda pode ser sócio em outras empresas. Uma pessoa jurídica também pode constituir uma EIRELI, desde que o capital das duas seja separado.

A partir do momento que a lei entrar em vigor, empresários interessados também podem transformar suas firmas individuais em empresas individuais de responsabilidade limitada, desde que se cumpram os requisitos mínimos de capital.

Site: www.asboasnovas.com

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A necessidade de um novo olhar nas organizações


 A evolução do conhecimento humano ao longo dos últimos séculos é inegável. As 'ciências' experimentaram uma explosão em sua forma de pesquisar e concluir sobre 'novas teorias'.
Como diz Ilya Prigogine (Prêmio Nobel de Química - 1977), em sua 'Carta para futuras gerações': 
'Quanto mais a ciência avança, mais nos espantamos com ela. Fomos da idéia geocêntrica de um sistema solar para a heliocêntrica, e de lá para a idéia das galáxias, e, por fim, para a dos múltiplos universos... Para a ciência não existe um evento único, e isso conduziu à idéia de que múltiplos universos podem existir. Por outro lado, o homem é até agora a única criatura viva consciente do espantoso universo que o criou e que ele, por sua vez, pode alterar...'.

Trazendo esta condição para o mundo das organizações, como diz o prof. José Júlio Martins Torres, em seu artigo 'Teoria da complexidade aplicada às organizações': 
'Nos últimos 300 anos o paradigma mecanicista newtoniano foi dominante no entendimento da natureza e das organizações. No século XX ocorreram mudanças importantes nos conceitos científicos, começando com a Teoria Especial da Relatividade, seguida pela Mecânica Quântica, pela decodificação do DNA e culminaram com a Teoria da Complexidade que está sendo usada para entender as estruturas e processos organizacionais complexos que transcendem as teorias clássicas. O paradigma para o século XXI será orgânico.'

Esta visão propõe uma nova forma de 'ver' e 'lidar' com o fenômeno mais marcante desta passagem de século: as organizações. A abordagem 'holística' pressupõe que cada componente da organização - em especial as pessoas - representa unidades singulares e únicas, ao mesmo tempo em que faz parte de unidades maiores (departamentos, divisões), também únicas e interdependentes, com finalidades semelhantes e complementares.

Olhar com 'novos olhos' significa ter realizado um processo pessoal de renovação do próprio 'modelo mental'. Esta capacidade deve também ser integral, revigorando as três energias básicas do ser humano: do pensar, do sentir e a do agir, levando a uma ação empreendedora na construção de um 'novo mundo das organizações'.
Os estudos e pesquisas em administração evoluíram muito e as organizações foram responsáveis pela grande demanda de respostas inovadoras sobre os 'novos fenômenos'. Os 'novos fenômenos' apresentam características diferentes, por conta das influências do ambiente de atuação: as fronteiras de trocas, antes tão conhecidas, passaram a ser mais fluídas e instáveis, determinando uma nova configuração da estrutura, da estratégia e da própria ideologia que fundamenta e dá sentido à organização.
Mas, também, por conta principalmente, dos anseios e necessidades das pessoas, que exigem hoje condições e possibilidades de realizar suas potencialidades no ambiente organizacional.

A necessidade de um novo 'modelo de referência' é fundamental para o entendimento e atuação no ambiente empresarial. Esse deve captar novos fenômenos e levar em conta a profunda inter-relação entre as variáveis que afetam a concepção, o gerenciamento e a existência da organização.
As velhas abordagens, conceituais e reducionistas da complexidade das organizações, estão perdendo espaço. Concepções atuais e integradas estão hoje disponíveis.
Muitas são as experiências e pesquisas que partem de uma concepção mais interativa e integral do mundo organizacional, considerando a influência marcante e fundamental que exercem as transformações sociais do ambiente globalizado, como também, as pequenas e circunstanciais alterações que ocorrem nas organizações, determinantes dos seus ritmos e direções.

Elaborar um modelo de organização e um modelo de gestão é fundamental para aqueles que influenciam o destino das organizações. É bom salientar que os modelos aproximam a realidade, nunca sendo maiores que elas. Servem ainda como referências conceituais, na medida em que permitem empreender intervenções planejadas em sua estrutura de funcionamento, ou mesmo, de conceber esta estrutura.
O Modelo de Gestão por Competências tem sido referencial consistente para empreender profunda renovação. Baseado na convicção de que mudanças nas organizações são decorrentes de mudanças ocorridas no nível de conscientização de seus dirigentes e, principalmente, de ações sistemáticas e continuadas das pessoas e das equipes de trabalho, na conquista dos resultados almejados. A transformação passa a ser um projeto viável e possível de se concretizar.

Assim, fica a questão: Qual é o modelo de organização e de gestão que estamos usando como referência para conduzir os destinos da organização?

Antonio Zuvela
Consultor
Instituto Pieron                                                                                                                                 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Maioria das empresas acredita que as vendas fecharão 2011 em alta

A previsão das empresas brasileiras é positiva em relação aos resultados de 2011. É o que revela um levantamento realizado pela Amcham (Câmara Americana do Comércio), divulgado nesta terça-feira (4).
De acordo com os dados, 71% dos entrevistados acreditam que as vendas deste ano serão maiores do que as do ano passado. Já 20% apostam que haverá estabilidade e apenas 9% indicaram que haverá queda.
Sobre o lucro, 55% afirmaram que haverá crescimento, contra 15% que disseram que haverá baixa, na comparação com o ano anterior. Outro indicador analisado foi o número de funcionários. No total, 52% disseram que este ano fechará com crescimento, 38% estabilidade e 10% queda.

Motivos
Entre os fatores internos que influenciaram o desempenho das empresas é possível destacar a gestão (76%), as condições financeiras de investimentos e financiamento (58%) e a qualidade e inovação de serviços (46%).
Em relação ao mercado externo, os respondentes apontaram as mudanças nos hábitos de consumo (55%), aumento da concorrência/competitividade (49%) e aumento do poder aquisitivo (43%).

Expectativa para 2012
O estudo questionou ainda a expectativa dos empresários para o próximo ano. As previsões para 2012 são mais otimistas do que para 2011. No quesito de vendas, 77% esperam que as vendas sejam crescentes, contra 6% que esperam queda.
Em relação aos lucros, 68% esperam alta, 25% apostam em estabilidade e 6% em queda. Sobre o número de funcionários, 51% estimam alta, 42% apostam em estabilidade e 7% queda.
Sobre o foco de investimentos, 70% informaram que apostam em estratégias comerciais (canais de venda, promoção, ações); o marketing (lançamento de produtos, comunicação, feira e eventos) foi indicado por 52%; e Recursos Humanos (contratações, treinamentos e benefícios), com 51%.

Gargalos brasileiros
Por fim, a pesquisa perguntou ainda aos empresários quais são os maiores gargalos de competitividade do Brasil frente aos outros países. Para 65%, a carga tributária e a eficiência dos gastos/uso de recursos pelo governo está no topo da lista.
Em seguida aparecem infraestrutura (logística, energia, tecnologia da informação e Telecom), com 15%, e disponibilidade e qualificação de mão de obra, com 10%.

Metodologia
O estudo foi realizado entre os dias 20 e 27 de setembro deste ano. No total, foram feitas 231 entrevistas.

Fonte: InfoMoney

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mantega admite redução de impostos para combater crise

Ministro apontou que prioridade do governo é tomar medidas monetárias para combater as turbulências

São Paulo – A diminuição de tributos está entre as medidas que o governo poderá adotar caso a crise econômica mundial sofra um agravamento ainda maior. “Podemos reduzir tributos, por exemplo. Mas só se a situação piorar”, disse hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Ele, no entanto, destacou que o governo tem muita munição para combater as consequências da crise e que vai priorizar a adoção de medidas monetárias, como a redução de juros. “Temos muito armamento guardado, muita munição, que pode ser usada em caso de necessidade. E vamos preferir usar mais instrumentos monetários que fiscais”, declarou.
Outros instrumentos que podem ser usados em caso de piora da situação econômica mundial são a redução na taxa de juros e a utilização das reservas em leilões de crédito. “Se faltar crédito para o comércio internacional podemos usar as reservas para dar esse crédito”, disse ainda o ministro após se reunir com empresários em um almoço promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O governo brasileiro, segundo o titular da Fazenda, tem atualmente mais fôlego para enfrentar os problemas gerados pela crise do que tinha em 2008. “O que vim dizer aqui para os empresários da Fiesp é que o Brasil está preparado seja para [enfrentar] uma crise crônica, mais leve e de crescimento mais lento dos países avançados e também para um agravamento da crise”, disse. Isso se deve, segundo Mantega, às reservas cambiais maiores, à situação fiscal sólida e a “uma política monetária com muitos graus de liberdade”.
Sobre a situação do câmbio, que neste momento passa pela valorização do dólar em relação ao real, o ministro disse que não existe um dólar ideal para o país e que o governo não pretende retirar, neste momento, a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Quanto à taxa de juros ideal para o país, Mantega disse que ela deveria ser semelhante a de outros países emergentes, com taxa real em torno de 2% a 3%, mas que não se pode atingir esse patamar de uma hora para outra . “É óbvio que isso não dá para ser atingido da noite para o dia. E é o Banco Central que vai decidir quando isso vai ser possível, sempre olhando para a inflação. A inflação alta é tão ruim quanto o juro alto. Não queremos nem uma coisa, nem outra”.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, declarou que, para os industriais, é "mais saudável" que o dólar esteja cotado em R$ 1,80. "O [dólar] de R$ 1,50 é uma sobrevalorização do real que roubava a competitividade brasileira, barateando as importações, encarecendo as exportações e que não fazia bem para o Brasil", disse Skaf.
Durante a reunião com o ministro da Fazenda, os empresários falaram com Mantega, segundo o Skaf, sobre o custo Brasil, que impede a competitividade. O setor quer que o governo aproveite o vencimento de alguns contratos de concessão de energia, em 2015, para tentar reduzir os custos de energia. "É uma distorção totalmente injusta ao Brasil, que tem 77% de sua matriz energética em hidreletricidade, que é a forma mais barata de se produzir energia, ter a terceira conta mais cara do mundo", disse. Mantega respondeu que o governo pretende continuar implementando medidas para reduzir custos de infraestrutura, de energia e tributário.
Fonte: Portal Exame

Medo do desemprego é o menor em 15 anos, diz CNI

Por Luciana Cobucci

O medo do desemprego é o menor já detectado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nos últimos 15 anos, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela instituição. Em setembro, o índice atingiu 78,7 pontos, numa escala de 0 a 100, em que quanto maior a pontuação, maior é o medo do desemprego. Segundo a CNI, este é o menor índice desde o início da pesquisa, em 1996.

No mês passado, 57% dos entrevistados alegaram não ter medo algum de ficar desempregado, o melhor resultado desde 1996. Na comparação com a última pesquisa, divulgada há três meses, em julho, houve uma queda de 3,9% no indicador. Em relação a setembro do ano passado, o recuo é de 2,9% no medo do desemprego. Segundo a CNI, um dos fatores que causam o aumento da expectativa por emprego é a proximidade do fim do ano, quando tradicionalmente há aumento das ofertas de vagas no mercado.

A segurança sobre a manutenção também se reflete na quantidade de pessoas que afirmaram ter muito medo do desemprego. Em setembro, 12,8% dos entrevistados disseram temer ficar sem emprego, menor resultado da série. Já a parcela da população que disse estar com pouco medo do desemprego recuou de 31% em julho para 30,2% em setembro.

Fonte: Terra

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Conheça 10 grandes investidores e suas estratégias vencedoras

SÃO PAULO – Conseguir transformar as oportunidades em lucro, saber o momento certo de comprar e a hora exata de vender, ter sangue frio e visão para antecipar os movimentos do mercado são apenas algumas das características de grandes investidores, que conseguiram fazer fortuna operando com ações e se tornaram verdadeiras lendas dentro do mercado de capitais.
Para que você conheça um pouco mais dos principais investidores de todos os tempos, pedimos para a estrategista de investimentos e sócia fundadora da Eugênio Invest, Claudia Augelli, selecionar 10 grandes nomes e as suas estratégias vencedoras. Confira e veja a que mais se encaixa no seu perfil:

1 - Benjamin Graham
Nascido em Londres no final do século XIX, Benjamin Graham é considerado o pai da análise fundamentalista (que se baseia nos dados do balanço da companhia). “Ele criou alguns conceitos bem importantes como o do investimento em 'valor', a utilização de filtros (análise fundamentalista quantitativa) que devem ser aplicados no processo de seleção de ativos, e o conceito da 'margem de segurança'”, explica Claudia.

2 - Warren Buffett
O lendário investidor norte-americano Warren Buffett foi aluno de Benjamin Graham e também é famoso por utilizar a análise fundamentalista para montar sua carteira de investimentos.
Considerado o terceiro homem mais rico do mundo na atualidade pela revista “Forbes”, o megainvestidor procura por ações de empresas sólidas, líderes no seu segmento, com boa administração e que estejam sendo negociadas abaixo de seu valor intrínseco.

3 - Peter Lynch
Peter Lynch é famoso pela sua estratégia de investimento em “crescimento”. “Ele acredita que devemos investir naquilo que conhecemos, empresas que façam parte do nosso universo, que possamos avaliar seu desempenho e perspectiva de crescimento em nosso dia a dia”, explica Claudia.
Ela ressalta que o investidor defende a compra de ações que estejam "em liquidação" (sub-avaliadas) como estratégia para obter uma melhor rentabilidade.

4 - Sir John Templeton
Nascido nos Estados Unidos e radicado no Reino Unido, Sir John Templeton condensou seus princípios de investimento em 10 premissas que, até hoje, funcionam no processo de seleção para escolha de ações: 
 - Invista pelo retorno real (descontada a inflação)
“O verdadeiro objetivo de qualquer investidor de longo-prazo é a maximização do retorno real após os impostos."
- Mantenha sua mente aberta
“Nunca adote um tipo de ativo ou um método fixo de seleção que seja permanentemente. Tente se manter flexível, com a mente aberta e céptica.”
- Nunca siga a multidão
"Se você comprar as mesmas ações que a multidão, conseguirá o mesmo resultado que todo mundo. Comprar quando todos estão vendendo e vender quando todos estão comprando requer uma grande auto-confiança, mas gera excelentes resultados."
- Tudo muda
“Mercados em queda têm sido temporários. Da mesma forma que mercados em alta. É sempre assim.”
- Evite o popular
“Muita gente junto acaba por destruir qualquer fórmula de seleção de ações ou qualquer tentativa de market timing."
- Aprenda com seus próprios erros
"Desta vez vai ser diferente está entre as cinco palavras mais caras da história do mercado."
- Compre ações em épocas de pessimismo
"A época de maior pessimismo é a melhor hora de se comprar, e a época de otimismo é a melhor época para se vender."
- Lute por valor e barganhas
"No Mercado de ações, a única forma de encontrar barganhas é quando todos estão vendendo."
- Procure pelo mundo todo
"Se você procurar pelo mundo todo irá encontrar mais barganhas do que se fixar a apenas um país."
- Ninguém sabe tudo
"Um investidor que tem todas as respostas nem entendeu as perguntas." 

5 - Steven Cohen
"Stevie", como é conhecido em Wall Street, é fundador da SAC Capital Advisors e gestor de um fundo de hedge.
Seu objetivo é tentar obter informações relevantes antes de qualquer um. “Seus fundos trabalham com estratégias de ações de curto e longo prazo, arbitragem estatística e de títulos conversíveis, estratégias quantitativas e grandes apostas em taxas de juros”, axplica Claudia. “O investidor procura identificar tendências por meio do estudo dos fluxos de capital que entram e saem do mercado”, completa.
Ela ressalta que Stevie opera de forma muito ativa e possui uma disciplina rigorosa no controle de risco, trabalhando com "stop loss" (ordem de venda automática) curtos para se desfazer rapidamente de posições perdedoras.

 6 - James Harris Simons (mais conhecido como Jim Simons)
Matemático excepcional, Simons é fundador da Renaissance Technologies e gestor de fundos de hedge. Sua especialidade é a criação e utilização de softwares baseados em algoritmos que fazem análises da trajetória de ativos, como ações e moedas, em busca de oportunidades - os chamados fundos quantitativos - nos quais parte da operação é comandada por computadores.
Seu fundo mais conhecido, o Medallion, tem apresentado uma rentabilidade anual média de 39% há 16 anos, um recorde absoluto em Wall Street.

7 - Kenneth Griffin
Fundador da Citadel Investment Group, Griffin começou a operar no mercado em 1987 do seu dormitório em Harvard. Opera em diferentes mercados no mundo através de arbitragem, métodos quantitativos e alocação global. Trabalha com várias estratégias que possuem baixa correlação e expectativa de altos retornos.

8 - George Soros
Em 1992, o megainvestidor fez uma bem sucedida aposta contra a libra esterlina (moeda do Reino Unido), quando lucrou mais de US$ 1 bilhão em um único dia.
Criou a Teoria da Reflexividade, segundo a qual os desequilíbrios do mercado levam os agentes a iniciativas que ampliam essa situação de desequilíbrio, negando a existência de um "mercado eficiente".

9 - Carl Icahn
Conhecido como "especulador corporativo" e tido como o pesadelo dos conselhos de administração das empresas que compra, Icahn construiu sua fortuna através de fusões e aquisições, adquirindo ações de companhias onde enxerga potencial, mas julga estarem sendo mal administradas.
Sua estratégia é comprar gradativamente as ações até conseguir um assento diante de seu bloco controlador.

10 - Jack Bogle
Fundador do Vanguard Group e conhecido como o pai dos fundos de Índice. De acordo com Bogle, apenas 4% do fundos tradicionais conseguem ganhar mais do que seu índice de referência no longo prazo.
Logo, o melhor investimento é comprar o próprio índice através de um fundo barato que o replique. Valoriza uma estratégia passiva e de longo prazo, de preferência em fundos amplamente diversificados e de baixo custo (baixas taxas de administração e performance).

Fonte: InfoMoney